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A nova sociedade, seja ela entendida como Informacional ou do Conhecimento tem como signo a mudança e a velocidade com que os fatos se sucedem e, por conseqüência, impõem um processo complexo de escolhas e decisões constantes; sempre superadas por novas exigências. O homem da era industrial vivia uma situação completamente diferente sob o ponto de vista da tomada de decisão. O tempo para reflexão e ponderação era bem maior. Outro fator marcante do período histórico em que vivemos é a importância que as tecnologias de comunicação, tanto pela mídia quanto pelo ciberespaço, têm sobre as resoluções do indivíduo.
Nas sociedades primitivas as ações e decisões sofriam influências das religiões, crenças e superstições. O Iluminismo abriu caminho para bases científicas, sobre qualquer deliberação. Finalmente, na Modernidade, a racionalidade parecia alcançar supremacia ao dispor de tantos recursos e ferramentas, dos mais variados tipos, para auxiliar o processo decisório. No momento atual, os elementos escapam ao controle racional. A tomada de decisão é conduzida por percepções de riscos, tanto racionais, como irracionais. [...]
A sociedade vive um novo paradigma, organizado com base em tecnologias da informação, que se constitui a partir da década de 1970. [...]
Dentro desse contexto, a valorização da percepção é chave para a sintonia com a modernidade. Este atributo é o que faz a diferença nas organizações e nas relações entre os indivíduos, seja ele traduzido como uma percepção do risco, seja como uma sensibilidade estética, ou ainda uma afetividade.
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